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Terça-Feira, 23 de Abril de 2024




Protótipo Alpha

Programa quer identificar causas da criminalidade

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Polícia Militar e Facisc lançam iniciativa em busca de soluções integradas que promovam a segurança pública e o desenvolvimento sustentável no Estado

Programa quer identificar causas da criminalidade
Foto: Divulgação Facisc
- ​Legenda: Projeto foi oficializado durante o Encontro FACISC, realizado na Arena Opus, em São José, em 29 de fevereiro e lançado em 25 de março, em Lages

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Identificar e monitorar os fatores relacionados à violência letal, que geram crimes seguidos de morte, é um dos propósitos do Protótipo Alpha, idealizado pela Polícia Militar de Santa Catarina e abraçado pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc). A iniciativa foi apresentada na sede da Associação Empresarial de Lages, na segunda-feira, 25/03, destacando a busca de soluções integradas que promovam a segurança pública e o desenvolvimento sustentável no estado.

Região serrana
Segundo o coronel Aurélio José Pelozato da Rosa, comandante-geral da PMSC, o Protótipo Alpha visa aprimorar as políticas públicas, tornando-as mais eficazes e adaptadas às necessidades específicas de cada região. Será implementado e testado ao longo de 12 meses, inicialmente em cinco municípios da mesorregião serrana: Bom Jardim da Serra, Curitibanos, Lages, Urubici e São Joaquim.
Referência
Ele confia que o programa será um modelo nacional de estudo e destaca a importância de abordar as causas subjacentes da criminalidade e da violência. “Este projeto é de extrema importância para Santa Catarina e para o Brasil. Vamos buscar as verdadeiras causas da criminalidade e da violência em nosso estado e contribuir para melhorar o país cada vez mais”, afirmou o coronel Pelozato.
A metodologia adotada para intervir nos territórios é baseada no Programa de Desenvolvimento Econômico Local (DEL), desenvolvido pela Facisc e executado pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico Local (IDEL).
Integração
O presidente da Facisc, Elson Otto, destacou a parceria entre a PMSC e a Facisc como um passo importante na promoção da prevenção e na melhoria da segurança pública, utilizando dados econômicos dos municípios.
“A Segurança Pública é sempre um assunto que preocupa toda a sociedade, e é claro, os empresários. Sempre está nas pautas das nossas reuniões. O Protótipo Alpha foi estruturado para que possamos ajudar a manter Santa Catarina no auge na questão da segurança. Para isso, nós unimos forças com a Polícia Militar.
A estruturação da sociedade é um dos papéis mais importante das entidades empresariais e nós, enquanto Facisc e associações empresariais, trabalhamos para isso. Através de dados analisados pelo olhar da econometria, queremos junto com a PM melhorar esse desempenho, reduzir a violência letal. Tudo isso será feito em conjunto com outras ações que já estão integradas com outras políticas públicas,” observou Elson Otto
Gestão
Carlos Eduardo de Liz, presidente do Conselho de Administração do IDEL, ressalta que o Programa DEL não se limita apenas à segurança, mas também promove a inovação na gestão pública, a mobilização social e a construção de políticas públicas baseadas em consenso e dados técnicos.​


Projeto discute políticas públicas para inclusão de pessoas com autismo
A Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista, coordenada pelo deputado Pepê Collaço (PP), está promovendo um ciclo de palestras que visa discutir políticas públicas de inclusão escolar e fomentar informações sobre a intervenção precoce e comportamento de alunos autistas.
O seminário estadual “Autismo: Diagnóstico, Intervenção Precoce e Comportamento" já foi promovido em Tubarão (21/03) e em Fraiburgo (26/03). Os eventos prosseguem em Balneário Camboriú (29/04), São Miguel do Oeste (24/05), Chapecó (07/06), Criciúma (14/06) e Joinville (27/06).
“Desde que criamos a frente parlamentar, no ano passado, começamos a compilar as leis referentes ao tema do autismo e, a partir disso, veio a ideia de pulverizar o debate por cidades do estado, que estava restrito à Assembleia Legislativa. Assim podemos ouvir o cidadão e suas demandas, para assegurar seus direitos”, destacou o deputado Pepê Collaço (PP).

Os aspectos específicos da avaliação biopsicossocial da pessoa com TEA são abordados pela coordenadora da Fundação Catarinense de Educação Especial, Juliana Buratto. “Queremos mostrar como é feita esta avaliação, sua aplicação, e os diferentes olhares para que as barreiras enfrentadas por estas pessoas possam ser melhor ultrapassadas”.

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