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Terça-Feira, 23 de Abril de 2024




Ciclo de palestras

Seminário discute políticas públicas para inclusão de pessoas com autismo

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O município de Tubarão sediou o primeiro de uma série de eventos que visa discutir políticas públicas de inclusão escolar e fomentar informações sobre a intervenção precoce e comportamento de alunos com TEA

Seminário discute políticas públicas para inclusão de pessoas com autismo
Foto: Rodolfo Espínola/Agência AL
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O município de Tubarão, região sul do estado, sediou, na sexta-feira (21) o seminário estadual “Autismo: Diagnóstico, Intervenção Precoce e Comportamento". A atividade foi promovida pela Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista, coordenada pelo deputado Pepê Collaço (PP).

O evento faz parte de um ciclo de palestras que acontecerão pelo estado passando por diferentes regiões. Os próximos serão em Fraiburgo (26/03), Balneário Camboriú (29/04), São Miguel do Oeste (24/05), Chapecó (07/06), Criciúma (14/06), Joinville (27/06).

A proposta é discutir políticas públicas de inclusão escolar e fomentar informações sobre a intervenção precoce e comportamento de alunos com autismo.

“Desde que criamos a frente parlamentar, no ano passado, começamos a compilar as leis referentes ao tema do autismo e, a partir disso, veio a idéia de pulverizar o debate por cidades do estado, que estava restrito à Assembleia. Assim podemos ouvir o cidadão e suas demandas, para assegurar seus direitos”, destacou o deputado Pepê Collaço (PP).

Uma das palestrantes, a coordenadora da Fundação Catarinense de Educação Especial, Juliana Buratto, abordou os aspectos específicos da avaliação biopsicossocial da pessoa com deficiência. “Queremos mostrar como é feita esta avaliação, sua aplicação, e os diferentes olhares para que as barreiras enfrentadas por estas pessoas possam ser melhor ultrapassadas”.

Trazendo o tema das políticas públicas na área de saúde para pessoas com autismo, Jaqueline Reginatto, da Secretaria de Estado da Saúde, apresentou as diretrizes de Santa Catarina na área. Para Reginatto, “é importante que as pessoas, principalmente os profissionais da educação, conheçam e entendam de que forma encaminhar o mais rápido possível para se ter o diagnóstico o quanto antes”.
 
Fabiana de Melo Garcez, supervisora de atividades externas da Fundação Catarinense de Educação Especial reconheceu que  “trabalhar o tema do autismo no atual contexto em que vivemos, com o crescimento dos diagnósticos, é de extrema importância para que seja possível dar a melhor atenção a garantir todo o atendimento para estas pessoas e seus familiares na rede”.
 
O Seminário contou com a parceria da: Secretaria de Estado da Educação (SED), Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), Federação das APAEs do Estado de Santa Catarina (Feapaes-SC) e Secretaria de Estado da Saúde (SES); e com o apoio do/da: Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Conselho Estadual de Educação (CEE/SC), Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família (SAS) e com o Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conede/SC).

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