Diretor-geral da ANTAQ defende navegação de cabotagem

23 Maio 2019 16:08:00

Mário Povia participou de evento que discutiu Estratégias para a Retomada da Infraestrutura

Foto: Divulgação
Sobre tendências para o setor, Povia elencou a redução da burocracia, incorporação da tecnologia da informação, maior foco no planejamento e parcerias público-privadas.

O diretor-geral da ANTAQ, Mário Povia, participou do evento Abdib Fórum 2019 - Estratégias para a Retomada da Infraestrutura, organizado pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base,  na terça-feira (21). Executivos das principais companhias públicas e privadas debateram o tema no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília.

Povia participou do Painel Setor Transportes e Logística, que contou também com a presença do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. O diretor-geral da ANTAQ iniciou sua fala destacando os regimes de exploração do setor portuário nacional. Lembrou que o setor portuário brasileiro movimentou 1,119 bilhão de toneladas em 2018, um crescimento de 2,9% em comparação com 2017.

Durante sua apresentação, Povia defendeu a navegação de cabotagem e a multimodalidade. Ressaltou que é preciso trazer a iniciativa privada para o desenvolvimento da infraestrutura, desburocratizar e reduzir o custo Brasil. O diretor-geral apontou alguns desafios estruturais, entre eles, a concessão de portos estratégicos, a privatização de portos não estratégicos, elaboração de políticas públicas para o modal aquaviário.

Em relação aos desafios setoriais, Povia listou a gestão portuária profissional, o fortalecimento da autoridade portuária, novo modelo de contratação de dragagem ou gestão de canais de acesso, entre outros. Sobre tendências para o setor, o diretor-geral da ANTAQ elencou a redução da burocracia, incorporação da tecnologia da informação, maior foco no planejamento e parcerias público-privadas.

Para concluir, Povia disse que o setor regulado pode esperar da ANTAQ segurança jurídica, estabilidade regulatória, governança, transparência, apoio à navegação interior, incentivo à navegação de cabotagem, interlocução com o setor regulado, aproximação junto aos usuários dos portos públicos, defesa da indústria naval, redução da burocracia, produção de dados estatísticos, viabilização de investimentos em infraestrutura e redução do custo Brasil.

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