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Obras federais da Saúde sob seu controle

Obras federais da Saúde sob seu controle


 Divulgação: Raul Wazlawick/

Projeto do Ministério da Saúde, desenvolvido pelo Laboratório Bridge da Universidade Federal (UFSC) e gerenciado pela Fundação Stemmer para Pesquisa Desenvolvimento e Inovação (Feesc), permite ao cidadão acompanhar o andamento das construções financiadas com recursos federais em todo o país. O Sistema de Monitoramento de Obras está disponível em sismobcidadao.saude.gov.br e pelo aplicativo Sismob Cidadão (para iOS e Android). Ali são cadastradas e monitoradas as obras de estados e municípios financiadas pelo ministério. Em Florianópolis, por exemplo, existem 56 obras cadastradas no Sismob, entre canceladas, em preparação, em execução ou em funcionamento. Em Joinville, maior cidade do estado, são mais 22 obras, e assim segue nas diferentes regiões. "Diante da abrangência do projeto, o Sismob foi considerado um marco tecnológico. Busca a satisfação dos usuários, primando pela segurança das informações e pela integração do SUS", comentou o professor Raul Sidnei Wazlawick, coordenador-geral do Laboratório Bridge (Pesquisa & Inovação em Tecnologia da Informação, ligada ao Centro Tecnológico da UFSC). O Sismob permite localizar 18 tipos de obras, como academias da saúde, UPAs, centros especializados de reabilitação, entre outros. Menos obras hospitalares, que estão sob outro regime de financiamento. Além de ter a obra georreferenciada para chegar até o local exato da construção, o usuário verá a linha do tempo e poderá compartilhar informações em suas redes sociais. Se identificar irregularidades, basta acessar o site o site ou o aplicativo para denunciar e até enviar fotos do problema. As informações são encaminhadas ao Ministério que, junto aos órgãos de controle, a exemplo da Controladoria Geral e do Ministério Público da União (CGU e MPU), fará as averiguações necessárias. "A principal proposta do Sismob Cidadão é aproximar a sociedade da informação e torná-la coadjuvante no processo de gestão compartilhada de investimentos públicos para o bem social", definiu Célio Cunha, gerente de Projetos e Negócios do Laboratório Bridge.

         


Uso político

O governador Carlos Moisés recebeu a reportagem da ADI-SC e da Adjori-SC em seu gabinete na Casa D'Agronômica. Explicou que o documento assinado a pedido do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, de adiar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para ter tempo de receber de recursos da cessão onerosa do leilão do pré-sal, em nada prejudicaria o Estado. "Estou aqui trabalhando por Santa Catarina. Fiz uma gentileza para um governador que não mudaria em nada o curso do nosso processo para revisão da demarcação geográfica dos campos de petróleo, para que gerem direito ao recebimento de royalties decorrentes dessa exploração. A proposta de Witzel sequer foi aceita. Querem fazer uso político disso", identificou Moisés. A entrevista completa com o governador de Santa Catarina vai circular no começo da próxima semana nos veículos impressos da ADI-SC, nos sites adisc.com.br,  scportais.com.br e sites agregados, e rcnonline.com.br.



"Estamos falando de Jair Bolsonaro e Carlos Moisés, pessoas totalmente diferentes, com perfis diferentes. [...] A sua ação (Moisés) não é discriminatória, como a do próprio Presidente da República. Pra mim, o governador tem um comportamento ideológico de centro, e não de extrema direita."

Deputado Rodrigo Minotto (PDT)



Antes de receber a imprensa
, o governador Moisés teve reunião com o deputado Julio Garcia (PSD), presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Comin, presidente do Ministério Público (MPSC), Adircélio de Moraes Ferreira Jr, presidente do Tribunal de Contas (TCE-SC), e o segundo vice-presidente do Tribunal de Justiça (TJSC), Carlos Adilson Silva. O objetivo do encontro foi constituir um grupo para fazer avançar a reforma da Previdência em Santa Catarina. A iniciativa está sendo levada à frente pelos sete governadores do Sul e do Sudeste. Isso pelo que já se percebeu de possível dificuldade para a aprovação da PEC paralela que está no Senado e incluiu estados e municípios na reforma. A ideia é que os Legislativos estaduais encaminhem o assunto ainda em 2019. A PEC vai para segunda votação na semana que vem. "Estamos preparando um projeto de lei complementar para criar a adesão à reforma federal." 


São Miguel do Oeste recebe nesta sexta-feira (8) o encontro de capacitação de pré-candidatos promovido pelo MDB-SC e pela Fundação Ulysses Guimarães. A atividade é aberta a todos os interessados do Extremo-Oeste, mas tem como foco aprimorar jovens e mulheres para as eleições de 2020.








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