pleito

Queremos um CRO conectado aos novos tempos, diz Alceu Martins

05 Dezembro 2018 17:00:00

Segundo turno para eleição do Conselho Regional de Odontologia será no dia 12 de dezembro

Foto: Divulgação
CRO deve dialogar com o profissional, defende Martins

Passado o processo eleitoral, com as escolha dos novos governantes, Santa Catarina ainda irá viver uma última eleição, no dia 12 de dezembro, com a escolha da nova diretoria do Conselho Regional de Odontologia (CRO). O pleito, que acontece pela internet, envolve cerca de 14 mil cirurgiões-dentistas.  

Integrantes da chapa 2, que faz oposição à atual diretoria do Conselho, realizaram recentemente uma visita à Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori/SC) para apresentar as pautas defendidas.

O grupo trabalha apoiado em bandeiras como inovação, abrindo as portas do conselho para as novas tendências de mercado, gestão ética e transparente, bem como diálogo com a classe. 

Compõem a chapa, Alceu Martins Júnior (Lages), Cesar Augusto Pereira Oliveira (Florianópolis), Fabrízio Lorenzoni (Laguna), Flávia Cristina Mayer (Chapecó) e Ricardo Ferreira (Balneário Camboriú). Candidato à presidente da entidade, Alceu tem 49 anos, é formado em odontologia há 24 anos pela Universidade Federal de Pelotas. Especialista em Odontologia Legal e mestre em Ortodontia pela Universidade da Cidade de São Paulo, é professor universitário e atua em consultório particular desde 1995, atendendo em Lages e Otacílio Costa.

"Queremos um CRO conectado aos novos tempos, que debata e apoie as novas especialidades, como a harmonização orofacial e a odontologia digital. E, principalmente, que seja ético, transparente e que dialogue com o cirurgião-dentista. O CRO tem de ser um parceiro da categoria. Mais que fiscalizar, o CRO tem de orientar e promover cursos em áreas como gestão do negócio", destacou o professor. 

Propostas da Chapa 2:

1- Ampliar o debate sobre a Harmonização Orofacial e a Odontologia Digital. 

2 - Lutar pela presença obrigatória dos cirurgiões-dentistas nas UTIs hospitalares 

3 - Ampliar a discussão sobre o piso salarial e possíveis regimes de trabalho 

4 - Ampliar o debate sobre a divulgação consciente do trabalho na mídia e nas redes sociais. 

5 - Investir em mais controle sobre as novas faculdades de odontologia e fiscalizar clínicas populares e franquias, combatendo o sucateamento do ensino e a concorrência desleal.



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