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Setor hoteleiro cobra revisão de protocolos

Ocupação de unidades em agosto é foi um terço da ocupação registrada em 2019

Foto: Divulgação

Os hotéis, ao lado dos eventos e do setor artístico, ainda agonizam diante das restrições impostas pela pandemia. Enquanto muitas outras áreas já conseguem respirar e algumas até mesmo voltar à normalidade, os meios de hospedagem sofrem com uma queda que está falindo diversas empresas e comprometendo a renda de diversas famílias com demissões.

Prova disso é a taxa de ocupação de agosto, divulgada pelo Sindicado de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Grande Florianópolis (SHRBS). Enquanto no ano passado o período registrou 47,35% dos leitos ativos, em 2020 o percentual é de 15,83%.

A principal reclamação é o contrassenso das limitações. "Não faz sentido sermos obrigados a operar com metade da capacidade. Sem objeções quanto a protocolos rígidos nas áreas comuns, mas um quarto de hotel confere o mesmo isolamento que um prédio residencial, por exemplo", argumenta Estanisau Bresolin, presidente do Sindicato e da Federação do setor em SC (Fhoresc). "Uma reavaliação é urgente, simples e certamente não comprometerá a saúde dos hóspedes", garante.

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