Energia

Para Fiesc, Lei do Gás deve reduzir preço e ampliar investimentos

Projeto de Lei deve ser votado na Câmara dos Deputados nesta semana

Foto: Divulgação/Aresc

Neste semana a Câmara dos Deputados deve votar o Projeto de Lei (PL) 6.407/13, também conhecido como nova Lei do Gás, que promove a abertura do mercado de gás natural no Brasil. Segundo a Federação das Indústrias de SC (Fiesc), a expectativa é que a nova legislação acarrete na redução de preços e ampliação dos investimentos.

"É um projeto com texto moderno e atual, que traz segurança jurídica aos investidores que atuam nesse mercado. Além disso, tem potencial para reduzir substancialmente o preço do insumo", destacou o presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar. 

Segundo um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a abertura do mercado pode reduzir em até 50% o preço do gás natural. Além disso, os investimentos do setor, que chegaram a US$ 10 bilhões em 2019, poderão atingir US$ 31 bilhões por ano em 2030. 

"Quando o gás tem preços mais competitivos, os produtos fabricados no Estado e no país ficam mais baratos, aumentam as vendas internas e as exportações e conseguimos gerar mais empregos. Ou seja, toda a sociedade se beneficia", ressaltou o presidente da Câmara de Assuntos de Energia da Fiesc, Otmar Josef Muller.

Em Santa Catarina, a indústria responde por cerca de 80% do consumo de gás natural, que em julho, subiu para 1,9 milhão de m³ por dia. Com o aumento, o Estado voltou a operar próximo ao limite de 2,1 milhões de m³ diários contratado pela Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) junto à Petrobras.

Preocupado com a situação, no início de agosto, Aguiar se reuniu com o presidente da SCGÁS, Willian Anderson Lehmkuhl, para discutir possíveis soluções a curto, médio e longo prazo.





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