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Expectativa e qualidade de vida

20 Novembro 2018 15:13:00

Por Ademir Zanella, presidente da Fundação Celesc de Seguridade Social - Celos

Foto: Divulgação

Estamos vivendo mais. A cada estudo realizado os resultados coletados pelas equipes de pesquisa confirmam o que vemos nas ruas: a expectativa de vida do brasileiro cresceu. Se nos anos de 1960 a idade média máxima era por volta de 52 anos hoje, décadas depois, esse cálculo mudou. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) alcançamos os 76 anos, a maior projeção dos últimos tempos. Mas uma longevidade maior acarreta também na necessidade de qualidade para viver esses anos. Para isso, planejamento financeiro é fundamental.

A aposentadoria no Brasil é um assunto delicado e que merece ser visto rigorosamente sob a ótica técnica. A contratação de uma previdência complementar, por exemplo, é utilizada como ferramenta para garantir nos anos futuros o conforto e segurança para desfrutar com tranquilidade após um longo período de trabalho. Desse modo, a confiança na aplicação feita desses recursos deve ser total, já que o mercado mostra que esse tipo de investimento é mais eficiente do que a grande maioria das aplicações disponíveis nas instituições bancárias. É inquestionável que para isso os fundos previdenciários devem ser pautados por estratégias de longo prazo e de retorno efetivo aos beneficiários, com atenção a segurança e transparência dos investimentos e aderência às metas estabelecidas.

É esse movimento que vem sendo realizado pela Fundação Celesc de Seguridade Social - Celos. A instituição, que atende mais de 8.500 famílias, passou por uma reestruturação da carteira de investimentos, estabelecendo preferência para investimentos mais aderentes a meta atuarial, com redução de risco, além, de uma maior diversificação e aumento nos controles internos.

Ações como essas, de redefinição do processo de investimentos e controles internos, com foco na preservação de capital e horizonte de longo prazo com transparência no dia a dia, reforçam a preocupação com os próximos anos, momento no qual essas aposentadorias serão efetivamente pagas às pessoas. Uma responsabilidade que vai além do compromisso financeiro, mas que afeta diretamente a vida de cada indivíduo, na medida em que possibilita que anos de trabalho e contribuição sejam, finalmente, retribuídos devidamente.



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